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Agile Testers Meetup #1, como foi?

Olá Pessoal, tudo bem?

Na terça-feira teve o primeiro Agile Testers Meetup na ThoughtWorks em SP e foi incrível. Muita gente fera num único espaço!

Aconteceram duas palestras, uma da Samanta Cecilia QA na Concrete e a outra do Luiz Hespanha engenheiro de software no Nubank.

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A Samanta falou sobre “O QA e a Especificação por Exemplo”. Eu adoro coisas inteligentes, que se conectem e façam sentido. Para que preencher documentações extensas se nem metade delas são lidas, atualizadas e entendidas da maneira correta? A chance de uma documentação destas se perder por falta de atualização é muito grande. Uma especificação por exemplo é diferente de ATDD, BDD, pelo contrário, utiliza estas ferramentas para ser construída mas o real propósito é garantir que o cliente está falando é correto e validado. Todos entendem a linguagem, colaboram e mantém a documentação igual a codificação, portanto, atualizada.

Como sempre, as palestras da Samanta são muito bem explicadas e o final cheio de recomendações para estudar. Os slides da palestra dela estão aqui: Slides da Palestra da Samanta.

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O Luiz falou sobre “Testes Generativos para uma melhor cobertura”. Confesso que fiquei em choque com esta apresentação, foi bem técnica e diferente de tudo que já vi por aí. Fui apresentada a uma linguagem chamada Clojure e aos Testes Generativos que são testes onde são definidos os geradores de dados de entrada e invariantes de saída. Um exemplo que ele mostrou de alguns dados que testam uma parte do pagamento com cartão de crédito. O legal é que podem ser solicitados inúmeros testes que o computador faz a combinação dos dados gerando as entradas e saídas, a massa de dados, muito mais que um humano é capaz de fazer. Bem interessante!

Não resisti e fui perguntar a ele o por que desta linguagem tão diferente. Ele me explicou que esta linguagem roda em cima de uma JVM que portanto, conversa com Java e outras linguagens também. Mas o principal é o conceito de imutabilidade que vou deixar a Wikipédia explicar:

“Clojure incentiva imutabilidade e estruturas de dados imutáveis. Enquanto o seu sistema de tipos é totalmente dinâmico esforços recentes também têm procurado a implementação gradual de tipagem forte. Clojure incentiva programadores a serem explícitos sobre o gerenciamento de estado e identidade. Este foco em programação com valores imutáveis e explícitos no decorrer do tempo se destina a facilitar o desenvolvimento de programas mais robustos, especialmente os vários segmentos”.

Ele também explicou que utiliza o mesmo conceito de imutabilidade com o banco de dados Datomic e que os dois casam muito bem.

Para quem quiser mais saber sobre as tecnologias que o Nubank usa, teve um podcast bem legal com o CEO e um Dev de lá. Aqui: Tecnologias que o Nubank usa.

No meio destas palestras teve uma dinâmica muito bacana feita pela Thais que é QA na TW, ela dividiu a sala em alguns grupos e tivemos que escrever num post-it uma dúvida que tínhamos do nosso dia-a-dia para o nosso grupo. O meu grupo era com a Anna (DEV na TW) e o Tiago Pelegrini (DEV), pessoas muito bacanas e simpáticas!

O mais legal dessa dinâmica foi saber que a minha dúvida era humana! Pudemos interagir e sanar as nossas dúvidas, foi bem legal! Simplesmente adorei poder perguntar alguém sobre minha dúvida.

Enfim, foi muito muito legal! E dessa vez acabou em pizza! Nham! As fotinhos estão aqui.

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